2 de agosto de 2015 • 7:15 pm

Maceió

Médicos do PAM Salgadinho entram em greve nesta segunda-feira

Os médicos acusam o descaso do prefeito Rui Palmeira com a Saúde dos pacientes e as condições de trabalho.

Por: Da Redação
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Protestos na porta do PAM contra o descaso na saúde.

Protestos na porta do PAM contra o descaso na saúde.

Médicos do PAM Salgadinho entraram em greve nesta segunda-feira, 03, contra o descaso da saúde na Prefeitura Municipal de Maceió. Em retaliação ao movimento grevista, o prefeito Rui Palmeira (PSDB) mandou publicar em algns blogs uma tabela com os salários dos médicos no município.

A publicação acirrou ainda mais os ânimos entre os servidores da área. Além do descaso a categoria protesta contra a falta de competência para a solução dos problemas da área de saúde que foi uma das bandeiras de campanha de Rui Palmeira e até agora nada do que foi prometido foi cumprido, segundo o Sindicato dos Médicos.WP_20150803_004

Em comunicado os usuários do PAM  o Sinmed disse que a paralisação se dá “pela dignidade dos pacientes” e dos próprios profissionais que trabalham na repartição.

Servidores – Também pela mesma razão os servidores do PAM Salgadinho decidiram fazer um novo protesto de advertência na porta do prédio. Segundo o presidente do Sindprev, Manoel Lourenço, na atual administração “o PAM funcionando em condições normais opera com menos de 40% de sua capacidade, por que a estrutura não permite. O descaso aqui é completo”.

O problema é que toda rede de saúde municipal está vivendo além do caos, segundo dados do próprio Sinmed e do próprio Conselho Regional de Medicina que tem acompanhado a situação de descaso com preocupação.

Quando se candidatou a prefeito de Maceió, Rui Palmeira fez sua campanha dizendo que iria resolver os problemas de saúde da população dependente do SUS. Prometeu um hospital e uma nova maternidade na cidade e esses projetos ficaram apenas da boca para fora.

Rejeitadas – O drama da saúde na atual administração tem se perpetuado. Os escândalos na pasta municipal são recorrentes desde o inicio da gestão e até as contas da secretaria foram rejeitadas por unanimdade pelo Conselho Municipal de Saúde.

 

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