31 de março de 2015 • 6:23 pm

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O acesso a água, segundo Paulão

  Ainda este ano, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) entregará  quase 9 mil cisternas ao Estado de Alagoas, num investimento do governo federal de R$…

Por: Marcelo Firmino
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Ainda este ano, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) entregará  quase 9 mil cisternas ao Estado de Alagoas, num investimento do governo federal de R$ 64,2 milhões.  Segundo o deputado Paulão (PT/AL), serão 5 mil unidades de captação de água da chuva para consumo humano e 3,8 mil tecnologias sociais de apoio à produção de alimentos. Até 2018, a meta do MDS é atender todas as famílias sem acesso aos recursos hídricos, inscritas no Cadastro Único, o que implicará a construção de mais 14 mil cisternas no Estado.

Ao narrar visita da ministra Tereza Campello a Alagoas, ocorrida na última sexta-feira (27), o deputado ressaltou o êxito de políticas do MDS em parceria com o governo do Estado, visando à questão alimentar, à redução da vulnerabilidade social e ao acesso à água. “Sem dúvida, o MDS tem sido protagonista no combate à fome, objetivando o bem-estar e a segurança alimentar e hídrica das populações carentes. Isso é fundamental, sobretudo no polígono da seca, aliado à obra estruturante do Canal do Sertão”, afirmou Paulão, em pronunciamento no plenário da Câmara nesta terça-feira (31).

Outra ação do Ministério do Desenvolvimento Social em parceria com Alagoas, ainda conforme Paulão, é o projeto de  universalizar o acesso à água nas escolas rurais até 2016. Isso porque Tereza Campello já assegurou a construção de 310 cisternas escolares no Estado, com um investimento da União de R$4 milhões; o governo alagoano vai instalar outras 310 unidades.

Há também a meta do Ministério de inserir 17 mil agricultores familiares no Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, que integra o Plano Brasil Sem Miséria. O governo federal investirá R$ 65 milhões em assistência técnica e estruturação de projetos produtivos de 15 mil famílias; o governo estadual ficará responsável por mais 5 mil famílias.

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