2 de fevereiro de 2016 • 7:34 am

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O carnaval, os políticos, suas danças e companhias. É cada uma…

É a história de que no carnaval quase tudo é permitido e nada é proibido.

Por: Marcelo Firmino
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O carnaval tem realmente uma magia fantástica para liberar e aproximar as pessoas, talvez como nenhuma outra festa. Mexe de fato com o comportamento dos indivíduos. Uns mais e outros menos sóbrios. Mas, no carnaval ninguém é visto como inconviniente, anormal ou coisa que o valha. Ou seja, quase tudo é permitido e nada é proíbido.

É por isso que os políticos ficam à vontade na folia do Momo. Despojam-se das neuras do dia a dia e se entregam às modinhas carnavalescas sem qualquer drama ou trauma. A história mostra bem isso.

Itamar e a musa no carnaval.

Itamar e a musa no carnaval.

No passado, inclusive, quando Presidente da República, o mineiro Itamar Franco foi a Marquês de Sapucaí e passou o carnaval em um camarote ao lado de uma modelo que lá se deixou fotografar sem calcinha. O presidente ficou na “saia justa”, mas teria sido um escândalo se não fosse carnaval.

Quando o Pinto da Madrugada, mesmo de asa quebrada, entrou na avenida no último sábado, o governador, Renan Filho, lá estava e ensaiou uma coreografia, ao lado de um folião, que, pela pose, lembrou bem a famosa dança da turma do “Tchan”, embora no Pinto o ritmo fosse mesmo o frevo de boa cepa.

A dança do Renan

A dança do Renan

E um pouco mais tarde no mesmo dia, já no bloco das Pecinhas, quem apareceu foi o ex-prefeito Cícero Almeida. Juntou-se ao presidente do Diretório Municipal do PDT, Israel Lessa, e passaram na avenida abraçados. Se há algum significado aí não se sabe, mas as interpretações soam no ritmo do carnaval ou mesmo do samba “é com esse que eu vou”…

Ciço de olho no PDT

Ciço de olho no PDT

Com toda certeza, até o fim das festas de momo serão muitas as figuras da política local e nacional que estarão na mídia livres, leves e soltos. Exatamente como manda o figurino. Revelações serão muitas.

Algumas publicáveis e outras nem tanto.

 

 

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