20 de junho de 2015 • 7:48 am

Maceió

O discurso bravateiro de Gaspar e o quarto ônibus queimado em Maceió

A reação dos bandidos pegou a polícia de surpresa que havia dito ser o criminoso Aranha o responsável pelos incêndios dos õnibus anteriores.

Por: Da Redação
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O quarto ônibus queimado no São Jorge.

O quarto ônibus queimado no São Jorge.

Um quarto ônibus queimado pelos bandidos, mas não há motivo para pânico. Mas, há a necessidade de o secretário de Segurança, Alfredo Gaspar, rever o seu discurso bravateiro de mocinho do oeste americano. Os bandidos não estão se intimidando com isso.

A polícia disse que os responsáveis pelos ataques a ônibus era o criminoso Aranha que agia de dentro do presídio de segurança máxima do Agreste. Aranha foi trazido algemado para Maceió, apresentado a imprensa com todas as glórias policiais com mais 20 jovens acusados de serem os autores dos incêndios de outros ônibus.

Não demorou muito para que outro onibus fosse incendiado no sitio São Jorge. Desta vez um ônibus da Real Alagoas. Chegaram da mesma forma e com o mesmo número, segundo os dados policiais. 20 homens armados, mandam os passageiros sairem correndo, roubam o dinheiro do cobrador e depois ateam o fogo no ônibus.

E agora? O que será dito pela polícia diante da resposta imediata dos criminosos? A rigor, o secretário Gaspar não precisa dizer nada, mas colocar a polícia na rua para trabalhar e apresentar dados concretos à sociedade.

“Não se metam comigo que vão perder” ou coisa desse tipo não constroem um caminho para o combate a violência. Trabalho operacional, discreto e determinado sim.

O pior é que agora mais do que nunca as empresas estão com medo de coloar seus ônibus nas ruas. Quem perde com isso é a população que já não tem um bom serviço de trasporte atuando.

 

 

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