23 de Maio de 2015 • 9:19 am

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O ministro cidadão de Maceió e uma solenidade cheia de estranhezas

Foi estranho demais. Embora o desembargador João Luiz Azevedo Lessa tenha representado à altura, mas ausência de um número maior de representantes do Poder Judiciário alagoano, na solenidade de outorga…

Por: Marcelo Firmino
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Foi estranho demais. Embora o desembargador João Luiz Azevedo Lessa tenha representado à altura, mas ausência de um número maior de representantes do Poder Judiciário alagoano, na solenidade de outorga do titulo de cidadão honorário de Maceió, ao Ministro do STF, Marco Aurélio Mello, pareceu uma certa “descortesia”.

O mesmo pode ser dito do prórpio Tribunal de Contas. O evento foi na sede do TCE e  a representação ficou restrita a conselheira Cláudia Brandão à mesa e o conselheiro Cícero Amélio nas cadeiras do auditório.

Mais estranho ainda foi o senador Fernando Collor, primo do homenageado não está presente. Mandou para representá-lo o presidente do Instituto Arnon de Mello, professor Carlos Mendonça, quando poderia ter delegado a missão aos suplentes, Severino Leão ou Renilde Bulhões. Mas, o que são suplentes mesmo?

O detalhe é que nesse imbróglio da representatividade pessoal e empresarial collorida resultou num certo desconforto familiar,  por que o advogado Djalma Mello exigiu sua presença na mesa como representante da Organização Arnon de Mello.

Outra estranheza foi o cerimonial não chamar à mesa o deputado federal Paulão (PT), quando outras figuras de menor representatividade política lá estavam devidamente assentados.

Ainda assim o beija à mão foi amplo. O ministro saiu contente. Mas segundo informações que correram o auditório, a assessoria do Ministro teria exigido que ele fosse recepcionado também em um jantar em Maceió.

A missão de arcar com o glamour da noite ficaria para uma das instituições alagoanas. Estado, município ou o próprio Legislativo Municipal.

Sobre hora e local nada foi informado. Uma questão de prudência contra penetras.

 

 

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