5 de agosto de 2015 • 12:54 pm

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O que resta aos petistas

Aprendi logo cedo que “cão caído não se chuta”. Mas é difícil manter-se quieto diante da tragédia que se abate sobre o Partido dos Trabalhadores. O PT nasceu do esforço…

Por: Bleine Oliveira
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Lula e Zé Dirceu

Aprendi logo cedo que “cão caído não se chuta”.

Mas é difícil manter-se quieto diante da tragédia que se abate sobre o Partido dos Trabalhadores.

O PT nasceu do esforço de intelectuais, artistas, professores, médicos, jornalistas, engenheiros, enfim, da vontade do povo trabalhador brasileiro de tornar-se protagonista de sua própria história.

O manifesto de fundação, publicado em 1980, diz que o partido “nasce da vontade de independência política dos trabalhadores, já cansados de servir de massa de manobra para os políticos e os partidos comprometidos com a manutenção da atual ordem econômica, social e política”.

Entretanto, com seus principais dirigentes chafurdando na lama da corrupção, os filiados em todo o País deveriam sair da toca, reagir.

Foto: Avener Prado / Entrelinhas Publicidade

Foto: Avener Prado / Entrelinhas Publicidade

Os verdadeiros militantes, os fundadores, os que acreditam na luta dos trabalhadores por uma sociedade justa e igualitária deveriam expulsar os corruptos, de Vaccari a Lula, sem permitir que Zé Dirceu se esconda por trás da capa de guerrilheiro.

Outra opção é promover uma desfiliação em massa dos mais de um milhão e setecentos mil filiados em todo o País.

Sair para renascer em outra legenda.

Diante do que a Polícia Federal está mostrando, não é mais possível defender os líderes. Está claro que eles formaram uma quadrilha para atacar o Brasil.

Não sou filiada ao PT ou a qualquer outro partido, mas penso que os trabalhadores estão cansados de servir de massa de manobra!

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