1 de outubro de 2016 • 8:30 am

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O voto, a consciência e a consequência: Que país queremos para nós?

Em meio ao turbilhão político vivido desde a eleição de 2014, o país volta às urnas neste domingo. É a hora mais que legítima de decidirmos a representação que queremos.

Por: Fátima Almeida
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Reprodução: Cartilha de Orientação Política da ASDP/PB

Reprodução: Capa da Cartilha de Orientação Política da ASDP/PB

Em meio ao turbilhão político vivido pelo país, desde a eleição de 2014, que culminou na cassação, em agosto passado, da presidente Dilma Roussef; num Brasil onde a cada dia estouram centenas de casos de corrupção, a maioria por improbidade administrativa, mais de 146 milhões de eleitores devem ir às urnas neste domingo (2), para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores dos municípios brasileiros.

Em Alagoas, 2.146.520 eleitores estão aptos a votar nas eleições deste ano, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

E aqui, como em qualquer estado; em qualquer município desse imenso país, é grande a responsabilidade de cada cidadão. O país que queremos passa pela cabine eleitoral onde deixamos o nosso voto, a nossa escolha.

Pense: nem todo político é igual. Tá difícil acreditar, mas há gente bem intencionada, de boa índole na disputa. Saiba escolher. De nada adianta anular o voto em protesto, ou ‘vendê-lo’ para levar vantagem no dia da eleição e depois reclamar da corrupção.

Mais do que um dever cívico, o voto é um direito de cidadania. É com ele que decidimos a quem vamos entregar a nossa voz e confiar a nossa cidadania. Os vereadores que elegemos vão fazer leis para o nosso município; o prefeito vai executá-las. Juntos, eles vão decidir o que fazer com o dinheiro dos impostos que pagamos para garantir segurança, saúde, educação e qualidade de vida.

A eleição, seja na maior cidade da nação ou no menor município do interior alagoano, é o momento mais adequado e legítimo de dizermos que país; que cidade queremos construir. E a resposta está nos políticos que elegemos.  

Depois de uma preparação de quase dois meses, entre registro de candidaturas e campanha eleitoral, é hora de escolher entre os candidatos que se apresentaram,  aqueles que têm condições de exercer o poder – Executivo e Legislativo – em nome de cada cidadão, deixando de lado os interesses particulares – de eleitos e eleitores – e  pensando na defesa dos interesses coletivos nos próximos quatro anos. 

O voto é livre e essa é nossa arma. A arma de cada cidadão livre. É com ele e por meio dele que podemos e devemos fortalecer o exercício pleno da democracia.

Neste domingo, vamos às urnas!

Basta levar seu título de eleitor, um documento de identificação com foto e, principalmente, a consciência de que o seu voto tem consequência na vida do seu município, do seu estado e do seu país.

 

Sugestão de leitura: Cartilha do Movimento Voto Consciente da Diocese de Patos-PB: https://drive.google.com/file/d/0B0jTeCmuZzkRb1J4aVlRM1lpaHM/view?usp=sharing

1 Comentário

  1. Armando disse:

    Ainda acho que o voto não deveria ser obrigatório. Votar em quem não confiamos é ditadura. Mas se sou “OBRIGADO” votarei no menos ruim, no menos falastrão.

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