3 de agosto de 2016 • 1:28 pm

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Obras de recuperação do Rei Pelé devem ser concluídas só no final de 2016

Após assinar a ordem de serviço para a revitalização do primeiro piso, times alagoanos só contarão com a capacidade máxima do estádio em 2017

Por: Vinicius Firmino
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Enfim as obras de recuperação, do setor das cadeiras especiais, no primeiro piso do Estádio Rei Pelé irão começar. A confirmação veio após o governador Renan Filho (PMDB) assinar, na última terça-feira (2), a ordem de serviço autorizando o início dos trabalhos, que irão garantir o estádio receber 100% de sua capacidade.

Previsão do Governo do Estado é que em 2017 o Rei Pelé já funcione com sua capacidade máxima

Previsão do Governo do Estado é que em 2017 o Rei Pelé já funcione com sua capacidade máxima. (Foto: Agência Alagoas)

Com quase um ano e meio de atraso, o ato de liberação das obras aconteceu no próprio estádio. Pena que a previsão de conclusão dos trabalhos estão para o final de 2016, assim, nem CRB e muito menos o CSA poderão jogar com o Rei Pelé em sua capacidade máxima.

Esta é primeira ação realizada pelo governo de Renan Filho no local. No início do ano, o chefe do executivo estadual afirmou gastar R$ 1,5 milhão na obra de recuperação do setor das cadeiras especiais e parte da arquibancada que estão interditadas. No entanto, os valores orçados para a execução dos serviços são de aproximadamente R$ 920 mil.

“Esperamos que as reformas estejam completas ate o final do segundo semestre deste ano, para que no ano que vem toda área esteja liberada para o alagoano”, disse o governador Renan Filho após assinar a ordem de serviço.

A área estava interditada desde o dia 8 de fevereiro de 2015, quando uma rachadura foi encontrada durante a partida entre CSA x CEO, pelo Campeonato Alagoano de Futebol. Ainda este ano, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas convocou a Secretaria de Infraestrutura de Alagoas para apresentar, aos engenheiros da entidade, o projeto de reforma estrutural do complexo.

Segundo a secretária de Esporte, Lazer e Juventude Claudia Petuba, a demora para resolver o problema deve aos estudos necessários para avaliar toda a estrutura e definir a melhor forma de realizar os reparos.

 

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