22 de setembro de 2015 • 8:49 am

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Os empréstimos dolarizados de Rui e o aval dos vereadores

Esse pato os vereadores de Maceió certamente não vão pagar

Por: Marcelo Firmino
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A responsabilidade da Câmara Municipal de Maceió com os empréstimos dolarizados que o prefeito Rui Palmeira tenta no mercado financeiro internacional é total.

Em uma conjuntura de crise econômica, às vésperas de um pleito eleitoral, a Prefeitura querer U$ 63,5 milhões apenas de um dos empréstimos junto ao BID é de assustar.

Principalmente por que o dólar, com a moeda nacional enfraquecida chega a 4 reais. Isso representaria uma conta superior a R$ 250 milhões para os cofres municipais.

Com os demais empréstimos pretendidos, o endividamento do tesouro municipal vai promover uma bolha nas contas públicas para arrepiar radical dos economistas.

Os vereadores sabem disso, mas deram carta branca para os empréstimos em três fontes. Um de U$ 70 milhões junto a Corporação Andina de Fomento (CAF).

No preço atual do dólar, esses os dois empréstimos representam hoje mais de R$ 530 milhões.

No entanto, há ainda outra tentativa de R$ 36,7 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os vereadores muito solicítos – sabe-se lá por que razão – apoiaram integralmente a iniciativa, que vai estourar nas costas do contribuinte comum – vai ter de arcar mais com ISS, IPTU, entre outras taxas, para pagar o pato que não é seu.

Já os vereadores, quase todos, esses vão felizes para a campanha eleitoral em busca da reeleição.

 

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