11 de junho de 2015 • 8:50 am

Blogs » Marcelo Firmino

Petistas querem discutir articulação de Téo e Renan em congresso.

Com a rearticulação política do ex-governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) e do senador Renan Calheiros (PMDB), presidente do Senado, delegados alagoanos ao Congresso Nacional do PT vão levar o tema…

Por: Marcelo Firmino
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this page

Com a rearticulação política do ex-governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) e do senador Renan Calheiros (PMDB), presidente do Senado, delegados alagoanos ao Congresso Nacional do PT vão levar o tema ao debate que começa nesta quinta-feira, 11, em Salvador.

A informação de que os dois líderes políticos estão tentando articular uma dobradinha para as eleições municipais do próximo ano foi o fator que motivou os petistas. A Prefeitura de Maceió está incluída no pacote de Renan e Téo, segundo análises dos próprios dirigentes do PT.

Os dois vão disputar a eleição do Senado em 2018 e historicamente sempre fizeram campanha juntos. Estiveram separados eleitoralmente na reeleição do tucano, em 2010, mas em 2014, o PSDB praticamente não colocou candidato ao governo na disputa, nem Vilela se lançou candidato ao Senado, o que levou muita gente a dizer que tudo havia sido combinado com o líder máximo do PMDB.

O fato é que agora essa história reaparece com a sinalização de que Vilela deverá ser candidato a senador, exatamente no ano em que há duas vagas e o senador Renan, obrigatoriamente, terá que disputar uma delas.

Juntos, eles podem repetir as campanhas passadas quando atuavam como irmãos siameses na caça ao voto.

Portanto, o PT quer um debate com lideres nacionais sobre a situação específica de Alagoas. Lá no congresso partidário a crise que abala o PT tomará conta de todas as salas de debates, mas os petistas apostam nas conversas pontuais com as lideranças nacionais, considerando que o regimento do evento assim prevê.

Dirigentes vão levar a proposta de que o PT de Alagoas lance candidato próprio à Prefeitura de Maceió, sem amarras ou costuras  que costumam ser feitas em Brasília e acabam explodindo em Alagoas.

É. Assim, o PT vive a expectativa de se reinventar, diante da vala que se abriu em torno da legenda em todo o País.

 

Deixe o seu comentário