11 de junho de 2015 • 12:15 pm

Cotidiano

Policiais em pé de guerra com a proposta de reajuste do governo Renan Filho

proposta de 4% didividos em três vezes soou como uma afronta aos servidores.

Por: Da Redação
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PMAL na expectativa do reajuste

PMAL na expectativa do reajuste

civis na greveA proposta de 4% (em 3 vezes) de reajuste para os servidores públicos soou entre as diversas categorias como um descaso do governo. O maior ponto de insatisfação está exatamente entre as policiais civil e militar que, neste novo momento da segurança pública estadual, esperavam um tratamento mais valorizado do governo Renan Filho.

Os servidores iniciam já agora à tarde, em uma plenária da CUT, uma discussão racional da proposta do governo. Como os sindicatos não aceitaram nem conversar sobre o fatiamento desse percentual, os negociadores do Estado marcaram outra reunião para a próxima terça-feira.

Pelo encaminhamento do governo, a divisão seria 1% com retroativo na folha de maio, 2% na folha de outubro e 1% na folha de dezembro de 2015. Diante da recusa das entidades, a gestão pediu mais um prazo e uma nova reunião está marcada para a próxima terça-feira (16), às 14h, no Palácio, Centro de Maceió. As entidades pretendem a aplicação do IPCA que está entre 6,5% e 8%, dependendo do período calculado.

Além dos policiais, os professores também estão em pé de guerra com a proposta do governo Renan Filho. Todos entendem o momento crucial da economia, mas consideram que há margens para a melhoria da proposta.

 

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