12 de Abril de 2017 • 12:10 pm

Brasil

Prefeito de Maragogi assume como interino Confederação dos Municípios

Sérgio Lira comandou o 3º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial

Por: Da Redação com Assessoria
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O prefeito de Maragogi, Sérgio Lira, assumiu nesta terça-feira, 11, em Brasília, a presidência da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), devido ao afastamento temporário do presidente a entidade, Paulo Ziulkoski. Lira é vice-presidente da CNM.

Sérgio Lira: na presidência da CNM

Lira dirigiu  3º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial  realizado no Planalto, com as presenças de prefeitos de várias partes do País e da América do Sul.

Na oportunidade, ele destacou a necessidade de os prefeitos estarem permanentemente unidos e vigilantes “para que avancemos no movimento municipalista”. Ainda requereu o apoio  do Tribunal de Contas da União (TCU) para atuar em defesa da causa dos municípios que são patrimônio mundial.

Lira aproveitou para reforçar o convite para a XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorrerá entre os dias 15 e 18 de maio. Salientou que esse será mais um momento de discussão das pautas e pleitos municipais.

A terceira edição do Encontro Brasileiro das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial é promovido pela CNM em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e outras entidades parceiras. Será realizado nesta terça e quarta-feira, dias 11 e 12 de abril, em sua na sede, em Brasília (DF). O prefeito de Maragogi avaliou o evento como extremamente relevante.

“Nós temos mais de 320 inscritos para esta edição, na sua maioria prefeitos e secretários municipais. E um dos objetivos é que com o fomento da atividade turística, baseada na valorização dessas cidades históricas, faça crescer a geração de emprego e renda nessas localidades”.
Em outro debate, Sérgio Lira destacou as dificuldades enfrentadas pelos gestores municipais em relação ao cumprimento do prazo para fechamento dos lixões, especialmente diante do quadro econômico pelo qual passa o país.

“Nós apontamos o cenário econômico, a dificuldade para abertura de linhas de crédito e para se estabelecer os consórcios. Hoje em dia, se eu fizer um consórcio com dez municípios e um deles estiver inadimplente, acabou o consórcio”, destacou. “Os novos prefeitos nem respiraram face à dificuldade institucional, política e financeira por que passa o país nesse momento”, alertou.

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