29 de novembro de 2017 • 10:55 am

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Prefeito preso por corrupção envergonha e silencia Campo Grande

Instalada em um “biombo”, a Câmara Municipal de Campo Grande se omite

Por: Marcelo Firmino
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A envergonhada cidade de Campo Grande no Agreste alagoano, a 166 quilômetros de Maceió, ainda não deixou a ficha cair diante do escândalo que abalou seu moradores na semana que passou.

O pior de tudo é o silêncio estarrecedor da Câmara dos Vereadores e das lideranças locais,  diante do episódio que levou à prisão em flagrante do prefeito Arnaldo Higino Lessa (PRB) por atos de corrupção explícita.

Ele foi preso quando contava dinheiro da propina de R$ 500 mil que recebeu de uma firma terceirizada da Prefeitura, após uma ação de monitoramento do Ministério Público Estadual (MPE/AL).

Mas, é triste perceber como uma cidade pobre vive a mercê do domínio político de espertalhões que costumam enganar a boa fé de muita gente com banana e bolo.

Fachada do “biombo” chamado de Câmara.

Mas, lamentável ainda é saber que o poder político local que poderia reagir em meio as falcatruas, na verdade convive com elas, e, na maioria das vezes, participa ativamente da locupletação geral.

Diga-se de passagem que esse não é um problema exclusivo de Campo Grande, mas de todos os demais municípios alagoanos.

A grande questão aqui, no entanto, é que lá, na terra agrestina, o prefeito foi preso em flagrante contando o “vil metal” da corrupção.

Enquanto isso, os vereadores que frequentam esse “biombo” chamado de sede da Câmara não abrem o bico. Omissão total.

Por que será?

 

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