21 de março de 2016 • 6:28 pm

Esportes

Problema defensivo: CRB sofre 20 gols em 16 jogos no ano

Galo Praiano ainda conta com jogadores que participaram da boa campanha na série B de 2015

Por: Da Redação
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São 16 jogos na temporada e 20 gols sofridos. Neste ano, o CRB só conseguiu terminar um jogo sem ter sua defesa vazada, que foi no dia 10 de fevereiro, quando enfrentou o CSE pelo estadual. Até agora, a equipe comandada pelo técnico Mazola Júnior, soma 11 disputas pelo Campeonato Alagoano e 15 gols tomados, enquanto na Copa do Nordeste foram 5 gols em 5 jogos.

No último sábado, dia 19, o Galo Praiano venceu o Coruripe, pelo torneio estadual de virada, por um placar de 2 a 1, e terminou a rodada com uma média de 1,25 gol sofrido por partida. Das vezes que o goleiro regatiano precisou buscar a bola no fundo das redes, 10 foram jogando como mandante e 10 com o CRB atuando na condição de visitante.

Outro fator a ser observado é que, em tese, a defesa do time não mudou muito comparado ao elenco que fez a boa campanha da série B do ano passado (que contava com o mesmo treinador). Jogadores como Júlio Cesar, Diego Jussani, Gabriel, Audálio, Bocão, Marcos Martins, Somália, Olívio, Glaydson e Glaidson Souza são remanescentes de 2015 e por aí já percebe-se que entrosamento existe.

Nas duas competições, o técnico Mazola tem alternado, através do rodízio, bastante o sistema defensivo do clube. Mas futebol, para engrenar, precisa de sequência e, é exatamente isso que o CRB não conseguiu ter ainda, pois o time muda muito a cada jogo.  No gol, Júlio César, Juliano e Bruno já entraram em campo, enquanto nas laterais passaram Marcos Martins, Bocão, Rafinha, Marcelo Santos, Diego e Gleidson Souza. O miolo de zaga também não fica para trás e todos os zagueiros à disposição no elenco atuaram: Audálio, Diego Jussani, André Vinícius e Gabriel. Da mesma forma, os volantes Olívio, Somália, Matheus Galdezani já tiveram oportunidades.

Volante do CRB, Matheus Galdezani falou sobre a média negativa de gols sofridos, e apontou o que será preciso fazer para corrigir as falhas cometidas. “Eu vejo que a gente tem que trabalhar mais em relação a isso, O professor está trabalhando forte nisso, mas infelizmente a gente está tomando e não pode tomar [os gols]. A questão é acertar a organização ali atrás, temos que organizar mais, chegar mais firmes. Estamos melhorando, tomamos um gol de pênalti [no último jogo, contra o Coruripe], mas é preciso melhorar e não tomar gols”, disse.

 

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