17 de junho de 2016 • 2:28 pm

Maceió

Procon apreende quase 700 fogos de artifício em Maceió

Oito estabelecimentos foram autuados pela venda irregular

Por: Da Redação com Assessoria
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Cerca de 700 produtos foram apreendidos em quiosques que comercializam fogos de artifício em Maceió, no decorrer desta semana, durante fiscalização realizada pela Superintendência de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon). Os produtos não possuíam informações o suficiente na embalagem, como datas de fabricação e validade,  ou por terem sido confeccionados em fábricas clandestinas.

Fotos: Procon

Fotos: Procon

Foram vistoriados 14 estabelecimentos, na parte alta e baixa da capital. Oito deles foram autuados por irregularidades. O objetivo principal da fiscalização era verificar os locais de fabricação dos materiais. Caso houvesse algum produzido em Alagoas, ele seria irregular, já que a fabricação dos mesmos é proibida no estado.

“Foi-nos recomendado pelo Ministério Público que fosse recolhido todo material fabricado em Alagoas, já que o estado não possui a autorização do exército para a comercialização de fogos de artifício”, contou a superintendente do Procon, Flávia Cavalcante.

Além de verificar os locais de fabricação, a equipe orientou os donos dos estabelecimentos sobre a precificação dos produtos, vistoriaram prazos de validade, e alertaram sobre a idade indicada para a utilização dos fogos.

“Os proprietários dos locais que apresentaram irregularidades têm dez dias para apresentar a defesa ao órgão, e se for comprovado a regularidade do material, terão sua mercadoria devolvida”, explicou o diretor do órgão, João Neto, contando também que nem todos os materiais serão incinerados.

Em 25 de março de 2015, houve uma explosão na fábrica clandestina de fogos de artifício no município de Ibateguara, na Zona da Mata do Estado, onde um homem morreu e um adolescente de 16 anos ficou ferido. O acidente foi motivado pelo desabamento de parte do telhado do galpão usado como fábrica, ocasionando a explosão do material que estava armazenado embaixo, onde as duas vítimas trabalhavam.

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