1 de Abril de 2016 • 12:26 pm

Interior

Professor quer unir autoridades para salvar empregos na Fábrica da Pedra

Demissões de 600 operários surpreende a população

Por: Da Redação
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Assim como passou a acontcer com as usinas de açúcar do Estado, a partir dos anos 90, a Fábrica da Pedra, em Delmrio Gouveia, também deixou de pagar o consumo regular de energia elétrica  à Eletrobrás. O resultado foi o acumulado de um débito superior a r$ 1,2 milhão, o qual resultou na crise que suspendeu as atividades da empresa.

Fábrica da Pedra fecha as portas

Fábrica da Pedra fecha as portas

Esse  fato supreendeu a populaçao de Delmiro por que o resultado imediato foi o desligamento das atividades profissionais de mais de 600 trabalhadores da fábrica, todos pais de família, segundo informou o historiador do município, professor Edvaldo Nascimento.

Segundo ele, a questão da  energia elétrica  é um problema menor que pode ser resolvido com renegociação, no entanto, adverte  existem outras questões que a Fábrica enfrenta que precisamos unir as autoridades municipais e estaduais, a bancada federal para a solução do probema.

Disse o professor que o fundamental é que haja um somatório de esforços das autoridades alagoana para que  a Fábrica da Pedra possa manter a sua produção e garantir o emprego para 600 pais de famílias.

É preciso unir forças para salvar as famílias.

Edvaldo: É preciso unir forças para salvar as famílias.

“Espero que possamos reunir nossas forças, independente de questões políticas, para que possamos ter no nosso município o ícone deixado pelo empreendedorismo do fundador Delmiro Augusto. Fechar a fábrica agora é destruir todo um legado histórico”, disse o professor

O professor se propôs a elaborar um documento para os poderes constituídos e, sobretudo para o governador Renan Filho (PMDB) expondo a situação da indústria sertaneja e pedindo empenho de todos na solução dos problemas enfrentados pela Fábrica da Pedra para que continue gerando emprego e desenvolvimento social para o Sertão.

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