22 de julho de 2016 • 8:37 am

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Quando o Tribunal de Contas se torna a verdadeira casa de Noca

O Tribunal sempre foi o paraíso preferido dos políticos que penduram as chuteiras no parlamento.

Por: Marcelo Firmino
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De há muito que o Tribunal de Contas do Estado não é referência, nem exemplo de repartição pública para ninguém. Não pelos servidores que lá trabalham, mas por parte de quem deveria dar o bom exemplo na corte.

O prédio da Fernandes Lima, que abriga a instituição, de tantos maus exemplos apresentados foi batizado pelo alagoano de Tribunal do Faz de Contas.

TCE: fachada do palácio

TCE: fachada do palácio

A situação é tão complicada que hoje a corte é vista como “a casa de Noca”.

O áudio, que corre às redes sociais e portais de notícias, de um bate boca entre o frenético conselheiro Anselmo Brito e o sempre político conselheiro Cícero Amélio dá a exata dimensão do que representa esse Tribunal no setor público.

Essa é uma corte que sempre deu exemplo em pompas e ostentação, tornando-se o paraíso preferido dos políticos que penduram as chuteiras no parlamento.

É ainda a casa dos egos e superegos inflamados, empavonados e dos novos que chegam com a visão de que  os “velhos”  de lá já deveriam estar “no arquivo morto”. É lá que eles sempre brigaram para manter o status quo em elevação perene e focados em um único objetivo.

Exatamente o de manter entre eles a chave da sala onde a vaquinha de leite do erário faz morada.

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