21 de novembro de 2017 • 12:10 pm

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Renan Filho questiona o que foi feito com os R$ 2 bilhões de empréstimos

O Estado tomou o dinheiro emprestado durante o governo de Teotônio Vilela Filho

Por: Marcelo Firmino
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O empréstimo de R$ 2 bilhões que o governo passado tomou para sanar os problemas de Alagoas acabou agravando a saúde financeira do Estado, na visão do governador Renan Filho (PMDB).

Ele reuniu a imprensa e fez um balanço das atividades do seu governo nesta terça-feira, 21, no Palácio dos Martírios, quando questionou o que foi feito com o dinheiro que foi tomado emprestado durante o governo de Teotônio Vilela Filho (PSDB).

Renan Filho citou por exemplo que com os R$ 2 bilhões poderia ter sido duplicada a rodovia de São Miguel dos Campos a Arapiraca, que custaria pouco mais de R$ 100 milhões. “Mas não fizeram e agora vamos fazer”, disse.

Ou ainda, segundo ele, poderia ter resolvido o problema do abastecimento de água da cidade de Inhapi, que há anos sofre com a falta de água nas torneiras. “Mas nada foi feito e na próxima semana vamos inaugurar”, reagiu.

Renan Filho: otimismo para 2018

Mas com o empréstimo, chegou à conclusão que a gestão passada poderia ter construído um novo hospital, uma nova maternidade, enfim, dinamizado o atendimento na saúde pública em um Estado cujo número de leitos é inferior aos de Sergipe e João Pessoa. Mas, nada.

Embora, Alagoas seja o quinto Estado mais endividado da Federação, Renan Filho destacou que seu governo está construindo o Hospital Metropolitano, o Hospital da Mulher, em Maceió, além de hospitais regionais.

Não fizeram, destacou o governador, nenhuma escola em tempo integral e nem construíram sequer um ginásio de esportes.

O governo atual, disse ele, gastou R$ 64 milhões dos seus próprios cofres e construiu 65 ginásios de esportes e já tem projetados mais 35 para o próximo ano.

Renan Filho se disse otimista quanto ao rumo do governo no futuro, principalmente por que conseguiu renegociar o pagamento da dívida herdada dos governos anteriores, cujo serviço já foi de 21% no governo Ronaldo Lessa, “e nós conseguimos renegociar e estamos pagando atualmente cerca de 6%”.

Graças a isso, disse, o seu governo tem conseguido atuar com o programa de melhoria da qualidade de vida nas grotas da capital, assim como tem trabalhado em melhores condições de mobilidade urbana em Maceió, “coisa que os governos anteriores nunca se preocuparam em fazer”.

 

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