20 de novembro de 2015 • 2:14 am

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Seminfra diz que vai fechar buracos e mandar a conta para a Casal

Secretário municipal responsabiliza estatal pelos buracos no calçadão do Comércio

Por: Fátima Almeida
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Buraco na Moreira Lima, duas semanas atrás

Buraco na Moreira Lima, duas semanas atrás

Já faz tempo que buracos causam transtornos nos calçadões do centro de Maceió. Reclamações de lojistas, transeuntes, cadeirantes; de todos os lados. Pessoas que caíram, se machucaram ou chegaram perto disso; pessoas que enxergam no descuido público a iminência de um acidente grave.

No final de semana passado, quando um incêndio de grande proporção destruiu lojas no Centro, os buracos da Moreira Lima foram empecilho  para a passagem dos carros de combate a incêndio do Corpo de Bombeiros. Um caminhão encalhou na primeira tentativa, porque o piso afundou. Passagens alternativas tiveram que ser abertas a força, quebrando calçadas e retirando estacas de cimento para os carros de socorro passarem.

Blog2Como já dissemos, o problema no calçadão é antigo, e atinge várias ruas. Há duas semanas registramos em fotografia um buraco, na Moreira Lima, que apresentava enorme vácuo por baixo das pedras de cerâmica que constituem o piso. Exatamente o buraco que cedeu com o peso do caminhão de combate a incêndio. E nem precisava tanto. Do jeito que estava, era um risco para qualquer pessoa. E estava alí há meses, talvez mais de ano, sem que  ninguém tomasse providência.

Esta semana encontramos o secretário municipal de Infraestrutura, Roberto Fernandes, e perguntamos que providências seriam tomadas em relação aos buracos no calçadão do Centro. Ele respondeu de imediato: “Vamos fechar e mandar a conta para a Casal. Foi ela quem deixou lá. E se não pagar, vamos mandar para a dívida ativa”.

Buraco que cedeu está em obras

Buraco que cedeu está em obras

E os buracos começaram a ser fechados. De maneira rústica, é verdade, mas pelo menos dois deles, um na Rua Joaquim Távora, que fazia dois anos, e outro que começava a ceder, na Moreira Lima, não representam mais riscos para os transeuntes – nem para as equipes socorristas. E o maior deles, aquele que quase engole o caminhão do Corpo de Bombeiros, está em obras – e com placa da Prefeitura.

Se a Casal vai pagar a conta, não se sabe.  Isso é lá entre eles.

O que a população quer saber, é do serviço feito. E que o poder público assuma sua responsabilidade. Isso é o que importa.

 

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