4 de abril de 2016 • 5:51 pm

Política

Senador do PMDB apresenta PEC propondo eleições gerais este ano

Ele reconhece que impeachment de Dilma não passa e agora quer eleições para todos os cargos

Por: Da Redação
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Depois do malogrado rompimento do PMDB com o governo Dilma, o senador Valdir Raupp (PMDB-RR), membro da direção executiva nacional do partido, decidiu apresentar no Senado  uma proposta para que sejam convocadas eleições gerais ainda neste 2016 para todos os cargos.

De acordo com reportagem do Broadcast Político, da Agência Estado, a ideia do parlamentar é que a eleição ocorra no mesmo dia da disputa municipal. Ele admite que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff não deve passar e nem haverá renúncia.

“Acho difícil o impeachment passar na Câmara e a presidente não irá renunciar. Com eleições gerais, as ruas seriam pacificadas”, afirmou, segundo o portal.

A proposta do senador é a mesma da Rede Sustentável, de Marina Silva, mas neste caso mostra claramente que o tiro disparado pelo vice-presidente Michel Temer contra o governo, além de sair pela culatra ainda deixou confusa a oposição ao governo de Dilma

1 Comentário

  1. A PANACEIA DA PEC DAS ELEIÇÕES GERAIS
    Joilson Gouveia*
    Quais os objetos, objetivos, interesses, finalidades, motivos e razões ou premissas e prioridades da Proposta de Emenda Constitucional, que sinaliza, sugere e propõe ELEIÇÕES GERAIS, para outubro deste ano juntamente com as eleições municipais?
    O que há de bom, legal, legítimo, válido e salutar (e para quem) nessa “iluminada”, genial, brilhante e salvadora panaceia, que poria FIM, cabo e termo na atual crise conjuntural política-ética-econômica-jurídica-fiscal-financeira?
    De plano, de pronto e de logo, buscam seus “iluminados autores” desviar o foco do mais anelado, querido e exigido Processo de Impeachment, ora em curso na competente COMISSÃO ESPECIAL DA CÂMARA, do Congresso Nacional, instituição legítima para feitos que tais, representativa da vontade seu POVO, que protesta, pugna, anela, exige e quer vê-la defenestrada do Poder: IMPEDIDA, AFASTADA, CASSADA e PRESA, consoante imperativo legal-constitucional; além de confiscados todos os seus bens, dês que amealhados de modo anômalo, espúrio, ilícito, ilegítimo e ilegal; claro!.
    E, desse modo e assim, tal PEC tem por viso, objeto, objetivo e finalidade precípua tentar dar cabo, termo, fim e barrar o IMPEACHMENT – que hoje eLLes chamam de GOLPE, aquilo que nunca fora quando pugnado, protocolizado e proposto por eLLes mesmos, de 1990 a 2002, em seus 50 pleitos de Impeachment! Acessem aos Anais do Congresso Nacional, caso duvidem!
    Por secundário, desviando, barrando ou cessando o foco do IMPEACHMENT, é maneira transversa, oblíqua, indireta e dissimuladamente para estagnar, fulminar, extinguir e vetar o andamento da OPERAÇÃO LAVA-JATO, mormente da fase CARBONO 14, que poderá trazer à tona, à baila e à luz os enigmáticos, obscuros, tenebrosos, nefastos, nefandos e funestos casos de Celso Daniel e Toninho do PT e das demais “vítimas acidentadas”!
    Ademais, além de tentarem mudar as regras do jogo durante o jogo, comenta-se, nos antros, hostes, hordas e coutos escarlates, em colóquios, conluios soturnos, sobre uma eventual ANISTIA AMPLA, GERAL e IRRESTRITA dos acusados, indiciados, processados e condenados no MENSALÃO – onde muitos readquiram a liberdade mediante generosos INDULTOS decretados por eLLa e comutados PERDÕES das “cortes altamente acovardadas” – como asseverado por eLLe – sobretudo dos condenados e presos da LAVA-JATO!
    Enfim, a prosperar tudo isso, modo e amalgamar a fórceps, forçosa, amolgável e inescrupulosa forma de buscarem meios, modos e maneiras para desconstruir, punir, destruir e desconstituir as ilibadas, irretorquíveis e irreprocháveis ações, investigações, condutas e, sobretudo, as dignas reputações do intrépido MAGISTRADO SÉRGIO MORO e de da eficiente, brilhante, inteligente, coerente e competente equipe FORÇA-TAREFA – comparados aos “intocáveis que prenderam Al Capone”.
    Enfim, em sendo aprovada a “iluminada PEC”, ter-se-ão “eleições” e votações nas “invulneráveis, invioláveis, imaculáveis e seguras URNAS ELETRÔNICAS”, que nada decidem nem nada mudam, como já dissera Stalin: “Voto não decide nada, quem conta os votos decide tudo”! Quem os contou nas últimas eleições? Lembram?
    Por derradeiro, realizadas “tais eleições” – que deverão ser sem VOTO IMPRESSO; claro! – Tudo parecerá democrático, legítimo, legal, lindo, normal, maravilhoso, alegre e feliz, no nosso “país das maravilhas”, como mostrado nas vinhetinhas e propagandas desses desgovernos!
    Como gostaria de morar e viver no “país das vinhetinhas” do “governo”!
    Abr
    *JG

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