19 de junho de 2015 • 8:14 am

Brasil

Senadores da oposição desistem de missão na Venezuela e voltam ao Brasil

No Brasil o sofrimento de pobres e negros poderiam atrair a atenção dos senadores que foram a Venezuela.

Por: Da Redação
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Corina Machado, da oposição lá, explica drama a senadores.

Corina Machado, da oposição lá, explica drama a senadores.

O Brasil passa uma dificuldade imensa do ponto de vista econômico por erros reais do governo federal e tem sua democracia massacrada por atitudes de correntes politicas  idiotizadas e até por ações de parlamentares que tentam emendar a Cistituição para buscar o retrocesso e, quem sabe, ter oPaís de volta ao sofrimento dos anos de chumbo.

E numa cojuntura dessas, o que foram fazer parlamentares da oposição na Venezuela? Que solução dariam os parlamentares ao drama do povo da Venezuela, ainda muito mais sofrido que o brasileiro? Com toda certeza nenhuma solução. Resultados acabaram praticamente expulsos por manifestantes. Talvez tenha sido isso que foram buscar para a agenda que criaram. Visibilidade na mídia.

Os oito senadores que foram hostilizados na Venezuela  quando tentavam cumprir missão oficial em apoio a presos políticos, desistiram da empreitada e já estão a caminho do Brasil. O micro-ônibus alugado pela Embaixada do Brasil no país vizinho transportava os parlamentares quando foi interceptado por populares que protestavam na pista de acesso ao aeroporto de Caracas, obrigando o retorno da comitiva.

Um dos relatos sobre o episódio foi feito, em tempo real, pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que integra o grupo. “Estamos em Caracas, sitiados em uma via pública. Nossa van foi atacada por manifestantes. Mas seguimos firmes na disposição de visitar Leopoldo López. Estamos aqui para defender a democracia e até agora o governo venezuelano tem demonstrado pouco apreço por ela”, disse o tucano, em sua conta no Twitter.

Os senadores foram recebidos no aeroporto por esposas dos presos políticos e pretendiam seguir em comboio até a penitenciária militar de Ramo Verde, onde eles estão presos. O objetivo era pressionar o governo de Nicolás Maduro a libertar os líderes oposicionistas – entre eles o ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma – e promover eleições parlamentares, além da óbvia demonstração de divergência política por parte da oposição brasileira. Mas a iniciativa esbarrou na manifestação popular de apoio a Maduro, segundo relatos dos próprios senadores.

A comitiva do Senado era liderada pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB-SP), e reunia também os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Ronaldo Caiado (DEM-GO), José Agripino (DEM-RN), José Medeiros (PPS-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES).

Brasil – O Brasil passa uma dificuldade imensa do ponto de vista econômico por erros reais do governo federal e tem sua democracia massacrada por atitudes de correntes politicas  idiotizadas e até por ações de parlamentares que tentam emendar a Cistituição para buscar o retrocesso e, quem sabe, ter o País de volta ao sofrimento dos anos de chumbo.

Bem que a oposição poderia cumprir uma agenda no Brasil para acompanhar o sofrimento do homem do campo, dos favelados, dos jovens pobres e negros nas periferias do País, entre outros dramas, que só conhecem em época de eleição. Talvez a visibilidade na mídia fosse outra.

 

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