10 de julho de 2015 • 11:17 pm

Economia

Servidores da educação: ou 13% de aumento ou greve geral no Estado

A greve foi marcada para o dia 16 de julho. O governo emite nota e diz desconhecer decisão.

Por: Da Redação
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Os militares pressionaram e foram atendidos. Istoé, conseguiram negociar a reposição salarial com o governo do Estado e desistiram da Operação Padrão que haviam ameaçado. mas, o governo Renan Filho enfrenta outro drama agora com os servidores da educação.

A categoria exige 13,01% de resposição ou entra em greve a partir da próxima quinta-feira, 16. Uma Assembleia do Sinteal decidiu por esse caminho nesta sexta-feira, 10.  O governo havia feito uma proposta de 7%, mas os associados do Sinteal consideraram uma “embromação”.

Os dirigentes sindicais sentaram com os representantes do governo estadual, mas consideraram que as reunões estavam sendo infrutíferas, por que não avançavam em nada. Daí a decisão de decretar greve por tempo indeterminado.

A atitude dos servidores em Assembleia levará o governo a emfrentar o problema como ele é. Ou seja, sem o governdor sentar à mesa com professres e demais líderes da educação, a situação, portanto, tende a se complicar.

Ademais o Sinteal escolheu a data de 16 de julho para que os servidores fiquem de vigilia até o 17 julho, que é considerada uma data emblemática em Alagoas, considerando que lembra o dia em que a Assebleia Legislativa foi sitiada e o governo Divaldo Suruagy caiu, em 1997.

Nota – Em nota a imprensa, o  Governo do Estado disse que  até o momento, não recebeu um comunicado oficial sobre a paralisação das atividades.

 

A íntegra da nota:

 

Nota de esclarecimento

Diante da deflagração de greve dos trabalhadores da Educação Estadual, o Governo de Alagoas informa que não foi oficialmente comunicado a respeito da paralisação das atividades dos servidores. A Secretaria de Estado da Comunicação salienta que soube da decretação da greve via imprensa.

Por outro lado, o Governo de Estado recorda que sempre se utilizou do livre diálogo e canal aberto de negociação, estabelecendo, inclusive, para o movimento da Educação uma tratativa diferenciada das demais categorias estaduais.

O Governo de Alagoas apela para o bom senso dos profissionais de Educação e pede pela suspensão imediata do movimento grevista.

 

 

 

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