31 de março de 2017 • 9:01 am

Interior

Tragédia no Agreste: Quinze pessoas continuam internadas na Emergência

IML confirmou a entrada de cinco corpos. Hoje pela manhã, foi divulgada a morte de mais uma pessoa.

Por: Fátima Almeida
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Ônibus que transportava estudantes colidiram frontalmente

Quinze pessoas, vítimas do acidente ocorrido ontem à noite, num trecho da rodovia AL 110, na cidade de São Sebastião, entre dois ônibus que transportavam estudantes dos municípios de Junqueiro e Teotônio Vilela, permanecem  internadas.

A Assessoria de Comunicação do Hospital de Emergência do Agreste informou que 45 pessoas deram entrada na unidade de emergência, na noite de ontem, 2 em estado grave – um adulto e uma criança = foram submetidas a procedimento cirúrgico mais complexo. Outras 21 pessoas passaram por pequenas cirurgias.

De acordo com o último boletim, divulgado hoje pela manhã, pelo Serviço Social  do Hospital,  28 pessoas já receberam alta médica, 13 continuam em observação; Uma paciente estava na UTI, uma no setor de recuperação e outra no setor de internação.

Há poucos instantes, notícias divulgadas em sites locais confirmaram a morte de mais uma vítima, entre as que estavam internadas – uma estudante de 21 anos, que residia no município de Junqueiro.

Hoje pela manhã, a chefia do Instituto de Medicina Legal (IML) de Arapiraca confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que 5 corpos, vítimas do trágico acidente ocorrido ontem à noite, deram entrada no Instituto. Familiares, amigos e curiosos lotaram o ambiente em busca de informações e para fazer o devido reconhecimento e dar andamento às  providências visando à liberação dos corpos para sepultamento.

O corpo da 6ª vítima fatal, cuja morte foi divulgada hoje, ainda não chegou ao IML.

Segundo foi informado, as vítimas são dois motoristas e quatro estudantes (um do sexo masculino e três do sexo feminino). Os nomes estão sendo preservados pelo Instituto, enquanto aguardam a confirmação dos familiares, para evitar erros e mais sofrimento. E embora tenhamos tido acesso, o site Eassim segue essa mesma linha de cuidado – e só vai divulgar os nomes quando estiverem todos identificados pelos respectivos familiares.

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