2 de dezembro de 2017 • 8:14 am

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Uma bactéria mata o ex-deputado estadual Cícero Ferro

Segundo familiares o corpo estará sendo velado até as 15h, no Parque das Flores, e depois será cremado em Recife. 

Por: Fátima Almeida
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Uma parada cardiorrespiratória provocada por uma bactéria, venceu um dos mais polêmicos deputados que passaram pelo parlamento alagoano. Cícero Ferro faleceu na noite desta sexta-feira (1º) na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde havia dado entrada à tarde com um quadro de infecção pulmonar provocado por uma bactéria.

Cicero Ferro: morto aos 63 anos

Ele já vinha lutando contra a doença há alguns meses, mas o quadro vinha se agravando, até resultar na sua morte por insuficiência cardiorrespiratória, segundo informações de familiares.

Conhecido principalmente pelas acirradas disputas políticas no sertão alagoano, algumas delas resolvidas à bala, Ferro sobreviveu a alguns atentatos, um deles, em janeiro de 2004, quando foi atingido por 8 tiros, numa emboscada. Também foi acusado de participação, como mandante, em alguns outros atentados, um deles que teria vitimado seu primo Jacó Ferro.

Médico, natural de Minador do Negrão, o ex-deputado sempre teve um papel de protagonista na política alagoana, apesar das polêmicas que marcaram sua vida pública. Em 2007, estava entre os deputados presos pela Polícia Federal, numa investigação de desvios de mais de R$ 300 milhões da Assembleia Legislativa, conhecida como a Operação Taturana.

Após uma sequência de vários mandatos políticos, ele voltou a se candidatar a deputado estadual em 2014,  pelo PRTB, mas não conseguiu se eleger. Obteve 13.593 votos, ficando na suplência.

Segundo familiares o corpo de Cícero Ferro estará sendo velado até as 15h deste sabado, no Parque das Flores, em Maceió, e depois será conduzido para Recife, onde será cremado.

 

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