23 de outubro de 2015 • 10:58 am

Maceió

Uma nova tragédia na PMAL era tudo que a segurança pública não queria

Os assassinatos do soldado Anderson e cabo Alisson deixou a tropa em total estado de comoção

Por: Da Redação
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A morte no pleno exercício da profissão é uma tristeza. Mas triste ainda é quando esses  cidadãos estavam a serviço da paz. Estavam em pleno combate a criminalidade, atuando tecnicamente no serviço de inteligência da Policia Militar.

O alvo era uma investigação sobre criminosos na Grota São Luiz, no Barro Duro, gente envolvida com o tráfico de drogas no Estado. Como foram descobertos pelos marginais, os policiais militares Anderson Marques Passos, 31 anos, e o Cabo Alisson Ferreira do Nascimento, 33 anos, acabaram assassinados a tiros na manhã desta sexta-feira, 23.

O estado de comoção já tomou conta da tropa que recentemente perdeu quatro colegas de farda, jovens oficiais, mortos em um terrível desastre aéreo, também ocorrido em Maceió.

A caça aos assassinos dos militares já foi inciada. O sentimento de algumas lideranças é que os responsáveis paguem na mesma moeda. A essa altura os bandidos que mataram os policiais já sabem do cerco na região do crime.

 

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