7 de dezembro de 2015 • 3:58 pm

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Zika: a maternidade ameaçada

O preço da má gestão pública é sempre pago pela população. O exemplo mais recente dessa máxima é o surto do Zika vírus. Esse vírus é transmitido pelo mosquito aedes…

Por: Bleine Oliveira
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O preço da má gestão pública é sempre pago pela população. O exemplo mais recente dessa máxima é o surto do Zika vírus.

Esse vírus é transmitido pelo mosquito aedes aegypti, um velho conhecido de todos nós. Antes de nos atingir com a Zika, doença apontada como causa da epidemia de microcefalia em fetos, e uma ameaça a crianças de 0 a 7 anos, o aedes já trouxe a dengue e a febre chykungunya.

Por que o mosquito voltou, e agora trazendo um dano irreversível?

Pela irresponsabilidade dos governos federal, estadual e municipal, que deixaram em segundo plano as ações de combate.

Alagoas está entre os estados do Nordeste onde há meses falta o produto químico que mata a larva que dá origem ao aedes.

A consequência dessa irresponsabilidade, do descaso com a saúde pública, são as centenas e centenas de crianças que nascem mutiladas.

Por aqui, segundo a Secretaria de Estado da Saúde já foram registrados 88 casos de microcefalia, com tendência de aumentar.

Um terror para as mulheres em idade fértil. Do jeito que a situação está, em breve vamos ouvir as autoridades proibindo a gravidez no Nordeste.

Punossasinhora!!

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