31 de maio de 2020Informação, independência e credibilidade
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A arte da maldade de uma gente infeliz domina as redes sociais

Ou as notícias falsas que destroem reputações e atacam a dignidade das pessoas

A falta de escrúpulos de quem vive de fazer a maldade

Diz a ciência que nenhum ser humano é isento de maldade. Faz parte da composição da estrutura do ser, movida a paixões e sentimentos de toda ordem.

Ou seja, somos todos pessoas más em potencial, mas com uma regra clara: a forma como o sentimento se manifesta em ações é que vai falar sobre o caráter de cada um.

A questão é que a maldade humana está em alta nos dias de hoje. As revelações de caráteres inescrupulosos têm sido uma constante no cotidiano, notadamente, nas redes sociais.

Redes, aliás, que têm se notabilizado pelo conteúdo perverso, destrutivo, reproduzido por indivíduos que são verdadeiramente assassinos de reputações.

Apresentam-se no anonimato como valentes, desalmados e inescrupulosos.

Atiram em qualquer um pelo prazer da maldade.

Nesses tempos de pandemia tem sido uma festa sem fim esse ritual do mal. Não escapa ninguém.

Uma senhora médica, profissional digna e respeitada, foi a mais recente vítima da maldade humana nas redes sociais.

Criaram contra a doutora Sarah Dominique uma postagem com informações falsas, caluniosas, apenas pelo prazer de fazer o  mal.

É o desrespeito criminoso de uma gente infeliz.

Em bom tempo, as autoridades trataram de reparar a notícia falsa sobre a profissional de saúde que, no seu dia a dia, tem procurado trabalhar com zelo e responsabilidade para salvar vidas.

Hoje foi ela, amanhã será outro cidadão ou cidadã qualquer, na linha de tiro das pessoas sem quaisquer escrúpulos.

Lamentável. Mas, a arte dessa gente é fazer maldade

Por prazer. É triste.

 

 

 

 

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