3 de agosto de 2020Informação, independência e credibilidade
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Da orla às grotas, Maceió à espera dos pré-candidatos a prefeito

Numa corrida desigual, maioria ainda não colocou o bloco nas ruas

Maceió à espera dos candidatos a prefeito

Apontado nas pesquisas como um dos favoritos para ganhar as eleições municipais na capital alagoana, o deputado federal João Henrique Caldas – JHC (PSB) – ainda não colocou seu bloco na rua para a pré-campanha.

Ao contrário dele, o pré-candidato Alfredo Gaspar (MDB) corre solto, entre ruas e grotas da cidade, cumprindo agendas que lhe permitam conquistar votos no futuro.

Gaspar tem uma equipe de campanha já estruturada. Agora trabalha com o foco em superar as adversidades que possam existir e assim se destacar como o nome da preferência do eleitorado.

Já JHC ainda não organizou a equipe como um todo, segundo relatou um dirigente do PSB. Mas, disse que faltam poucos detalhes para que o parlamentar volte com força para a corrida eleitoral. “Não demora muito. Está quase tudo pronto”, disse o líder partidário.

Considerado a terceira via desse processo, o candidato Ronaldo Lessa (PDT) também não conseguiu organizar ainda sua equipe. Luta com peças da estrutura partidária e voluntários que o apoiam na corrida pela Prefeitura de Maceió. Sabe, no entanto, que a luta é extremamente desigual.

Davi Davino Filho, deputado estadual, pré-candidato do PP, assim como JHC, em 2019, eram disparados os que mais apareciam nas redes sociais. Em 2020, recuaram. No caso de Davino, há o compasso de espera pela estrutura partidária, dominada pelo deputado federal Arthur Lira.

Mais desigual ainda é a corrida dos candidatos dos partidos de esquerda, como Ricardo Barbosa (PT), Lenilda Luna, da Unidade Popular (UP), e ainda Fátima Romar (Cidadania). As redes sociais têm sido o principal palanque do trio, que tenta desta forma despertar o interesse até da militância partidária, para que abracem seus projetos e os tornem competitivos.

No campo da direita o policial federal, Flávio Moreno, pré-candidato do PSL, vive à mesma situação do bloco à esquerda.

Eles sabem que não é nada fácil. Mas, há uma missão partidária a cumprir.

Demandas das grotas ainda não estão em debate.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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