31 de maio de 2020Informação, independência e credibilidade
Política

Em novo incidente, embaixada da China diz que post de Weintraub teve “cunho racista”

Chineses falam em influências negativas no desenvolvimento saudável das relações bilaterais China-Brasil

Depois das acusações do deputado federal, Eduardo Bolsonaro, e da defesa pouco diplomática do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo (que resultaram em um forte editorial da Band), desta vez o ministro da Educação, Abraham Weintraub, reacendeu a chama da crise diplomática com a China.

Desta vez, o ministro da Educação foi rebatido pela conta oficial da embaixada chinesa no Twitter, depois que ele ironizou a China nas redes sociais usando uma revista da Turma da Mônica, em um texto trocando os erres pelos eles, assim com Cebolinha – e de maneira racista, a língua chinesa.

A resposta foi à postagem que Weintraub até já deletou:

“Geopolíticamente, quem podeLá saiL foLtalecido, em teLmos Lelativos, dessa cLise mundial? PodeLia seL o Cebolinha? Quem são os aliados no BLasil do plano infalível do Cebolinha paLa dominaL o mundo? SeLia o Cascão ou há mais amiguinhos?”. Abraham Weintraub, ministro da Educação.

Confira a carta completa da Embaixada da China no Brasil:

No primeiro entrevero com, a Embaixada da China chegou a dizer que Eduardo Bolsonaro contraiu “vírus mental” ao voltar de Miami e que está infectando a amizades entre os nossos povos”.

Na ocasião, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, pediu desculpas à China e ao embaixador pela fala de Eduardo. E os Governadores do Nordeste precisaram lidar diretamente como governo chinês, diante do desgaste da relação do governo Bolsonaro com o gigante asiático.

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