31 de maio de 2020Informação, independência e credibilidade
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Liberdade de expressão não é licença para agir criminosamente

Os liberais já começaram a taxar de censura a atitude do Twitter, que excluiu duas postagens do presidente Jair Bolsonaro contrárias às recomendações da comunidade cientifica internacional contra o coronavírus.

Ele saiu no meio do povo, provocando aglomeração, o que não é recomendado neste tempo de pandemia. Além disso, deve estar contaminado, o que é muito provável. A recusa em mostrar o exame que teria dado negativa à Covid-19 é um forte indício de que ele deve estar mentindo.

Para os cabeças de camarão, o presidente foi impedido de manifestar opinião. Mas, não é bem assim.

Diante da gravidade de uma doença que avança e mata centenas todos os dias, o que menos precisamos é da “opinião” de um qualquer. O momento exige ação com base científica e nas experiências de países que vivem o pandemônio. O resto é totalmente dispensável.

Sou contrário ao modelo de liberdade de expressão americano. Lá, você pode defender racismo e até pedofilia sob a proteção da lei. Não estou exagerando.

Em um episódio do desenho South Park, um dos meus favoritos, eles citaram uma instituição chamada Nambla, que defende a legalização de relações sexuais entre crianças e adultos. Não acreditei e pesquisei. E não é que existe? E eles são protegidos pela tal “liberdade de expressão”.

Opinião deve ter base. O resto é achismo. Que o corte a Bolsonaro sirva de exemplo a quem está a serviço da desinformação e da mentira. Aqui não é Estados Unidos. E internet não deve ser terra sem lei.

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