12 de agosto de 2020Informação, independência e credibilidade
Brasil

MPE/RJ intima Flávio Bolsonaro e Paulo Marinho o aconselha a não dar uma de ‘gostosão’

Empresário diz que tanto ele quanto o filho do presidente sabem ‘o que foi feito no verão de 2018’

Flávio e Queiroz foram pegos envolvidos em um esquema de corrupção

O Ministério Público (MP) intimou o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) para depor na próxima semana no caso do suposto esquema de rachadinha na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), quando o político ainda era deputado estadual.

De acordo com a defesa de Flávio Bolsonaro, a notificação foi feita pelo Gaecc (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção), que atua em processos em primeira instância.

“Causa espanto à defesa que o Gaecc insista em colher depoimento dos investigados. O próprio Gaocrim, que atua na segunda instância e ao qual cabe agora a investigação, interpôs Reclamação perante o STF tão logo tomou conhecimento do resultado do HC que retirou o foro da primeira instância”. Nota da defesa de Flávio Bolsonaro.

Com deboche, no entanto, o filho do presidente Jair Bolsonaro questionou se seria tão “gostoso” a ponto do MPE/RJ ter tesão nele a esse ponto:

Paulo Marinho, que é suplente de senador de Flávio, afirmou que a Polícia Federal deu informações privilegiadas ao filho do presidente sobre investigações que envolviam o ex-assessor Fabrício Queiroz. Elas teriam sido repassadas ao senador por meio de assistentes dele. E reagiu no Twitter:

Numa terceira postagem, afirmou: “Quanto aos pullovers: quem aprecia muito o meu bom gosto é o seu pai, a quem eu presenteei com três e nunca mais os tirou. Em relação à referência homofóbica, espero que não crie mais problemas familiares para o senador”.

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