5 de julho de 2020Informação, independência e credibilidade

Tag: Celso de Mello

Vídeo da reunião não mudará opiniões, mesmo com tudo o que fora jogado no ventilador

Vídeo da reunião não mudará opiniões, mesmo com tudo o que fora jogado no ventilador

Artigo, Política
Demorou alguns dias, mas nesta sexta-feira (22) o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, usado como prova após o ex-ministro Sergio Mouro acusar o presidente Jair Bolsonaro de interferir politicamente na Polícia Federal, foi divulgado. E convenhamos: politicamente, nada de novo aconteceu. Mesmo com as linguagens chulas, a desconexão com a realidade e total ignorância para com a pandemia, o vídeo liberado pelo ministro do STF, Celso de Mello, não fará diferença no inquérito E muito menos no entendimento de quem apoia ou critica o presidente. Aos jornalistas, na mesma noite, Bolsonaro reiterou que lá não havia nada contra ele. E como "não tinha referências à PF", afirmou que o vídeo não tinha nada de explosivo. Que não foi nem mesmo um tiro. Fora um traque, segundo ele. Ma
CNN: Celso de Mello decide pela divulgação da reunião ministerial de Bolsonaro

CNN: Celso de Mello decide pela divulgação da reunião ministerial de Bolsonaro

Justiça
Segundo a CNN, o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril será divulgado, afinal. O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que o material terá acesso público praticamente na íntegra. Os únicos trechos que serão editados são comentários sobre a China e o Paraguai. Quanto ao resto, tudo será liberado. Desde às ofensas ditas por Weintraub, o nível de baixo calão de todo diálogo e, principalmente, a suposta intervenção do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. Já Miriam Leitão, da Rede Globo, disse ter sido informada que o vídeo será, na verdade, divulgado de forma integral. https://twitter.com/miriamleitao/status/1263883558705397763 O material de vídeo serve de prova no inquérito aberto após acusações do ex-juiz e ex-ministro da Justiça,
STF abre inquérito para apurar denúncias de Moro contra Bolsonaro

STF abre inquérito para apurar denúncias de Moro contra Bolsonaro

Justiça
O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou a abertura de um inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro. O pedido foi feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) após declarações dadas na sexta-feira (24) pelo agora ex-ministro da Justiça Sergio Moro, quando anunciou sua demissão do cargo. O ex-juiz da operação Lava Jato acusou Bolsonaro de tentar interferir politicamente na PF (Polícia Federal) e ter acesso a investigações sigilosas do órgão. Ele ainda disse que não autorizou o uso de sua assinatura eletrônica que apareceu no decreto de exoneração do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo. O presidente negou as acusações. O objetivo do inquérito é apurar se foram cometidos pelo presidente os crimes de falsidade ideológica, coação no curso
Advogados pedem ao STF afastamento temporário e parcial de Bolsonaro

Advogados pedem ao STF afastamento temporário e parcial de Bolsonaro

Justiça
Dois advogados pediram ao Supremo Tribunal Federal o afastamento temporário e parcial do presidente Jair Bolsonaro do cargo de presidente da República. Pelo pedido, o presidente perderia algumas de suas prerrogativas enquanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não iniciar a tramitação de um pedido de impeachment que os mesmos juristas protocolaram no Legislativo. Eles denunciam o presidente da República Jair Bolsonaro por crime de responsabilidade por quebra de decoro, ataques contra jornalistas, contrariedade às orientações da OMS e apoio a atos contra o Congresso e o STF. O mandado de segurança foi ajuizado nesta segunda-feira (20) e distribuído ao decano, ministro Celso de Mello. Na peça, os advogados Thiago Santos Aguiar de Pádua e José Rossini Campos do Couto
Decano do STF, Celso de Mello é internado com ‘quadro infeccioso’

Decano do STF, Celso de Mello é internado com ‘quadro infeccioso’

Justiça
O decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, se encontra internado nesta terça-feira, 17, em hospital em São Paulo em razão de um quadro infeccioso, informou o gabinete do ministro em nota. Segundo o gabinete, a licença médica do decano que acabaria na próxima quinta-feira, 19, foi renovada até o dia 30 de março. Ainda não há previsão de alta. "A patologia não tem relação com a cirurgia a que o ministro foi submetido em janeiro passado nem com o novo coronavírus". Assessoria de Celso de Mello. Decano do Supremo, ele completa 75 anos em 1º de novembro deste ano, idade em que é aposentado compulsoriamente e uma nova vaga na Corte é aberta. Ausência A ausência do ministro deve afetar julgamentos do tribunal, como a suspeição do ex-juiz Sergio Moro ao condenar
Celso de Mello: Bolsonaro não está à altura do cargo

Celso de Mello: Bolsonaro não está à altura do cargo

Justiça
Celso de Mello, ministro decano do STF (Supremo Tribunal Federal, afirmou que a conclamação do presidente Jair Bolsonaro para ato contra a corte e o Congresso, "se confirmada", 'não está à altura do cargo'. Além disso, é considerado um crime de responsabilidade, passível de pena de perda do cargo; um impeachment. Esta foi uma reação à informação de que Bolsonaro enviou vídeos em grupos de WhatsApp que conclamam a população a ir às ruas no dia 15 de março protestar contra o STF. Confira a declaração por escrito completa que o ministro enviou à Folha: "Se confirmada, revela a face sombria de um presidente da República que desconhece o valor da ordem constitucional, que ignora o sentido fundamental da separação de Poderes, que demonstra uma visão indigna de quem não está à altura d