7 de abril de 2020Informação, independência e credibilidade

Tag: mercado

Espertalhões: Deixem morrer 7 mil pessoas mas não parem a economia

Espertalhões: Deixem morrer 7 mil pessoas mas não parem a economia

Blog, Marcelo Firmino
Deixem morrer 6 ou 7 mil pessoas, mas façam a economia andar. Essa é a lógica de uns espertalhões do mercado financeiro que colocam os seus lucros acima da vida humana. O caso do senhor Júnior Durski, dono dos restaurantes Madeiro e Jeronimo Burguer não é um fato isolado. A vida humana para essa gente não tem valor algum. Vale mais o poder do dinheiro que adquiriram e querem muito mais. Infelizmente, esse raciocínio também é do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Seu discurso em cadeia nacional de TV, nesta terça-feira, 24, não se deu à toa. A direção é a mesma e de forma combinada. A vida humana estará sempre à reboque da voracidade do capital econômico, principalmente em terras como a nossa, onde uma maioria insensata faz do fanatismo político a sua razão de ser. Agora
Prevenção às drogas, agricultura familiar e cheias têm 100% de cortes

Prevenção às drogas, agricultura familiar e cheias têm 100% de cortes

Blog, Marcelo Firmino
Muito pior do que a paralisia e a incapacidade de conduzir os destinos da nação é o desconhecimento que Jair Bolsonaro tem de tudo ao seu redor. Planos e metas nem se fala por que nunca existiram. Mas além de não ter ações para dar respostas concretas às demandas naturais da sociedade, principalmente a que mais precisa, o presidente da República ainda tira o que existia no atendimento a setores cruciais da vida republicana. Por exemplo: Na semana que passou, o governo de Bolsonaro cortou 100% dos recursos de 140 projetos espalhados por 11 ministérios que atendiam demandas sociais. Talvez o Jair seja o último a saber, pois os cortes foram determinados pelo ministro Paulo Guedes, da Economia. Ele, endeusado pelos bolsonaristas e, claro, pelos banqueiros a quem serve melhor.
Com baixo poder de compra da população, inflação fecha 2017 em 2,95%

Com baixo poder de compra da população, inflação fecha 2017 em 2,95%

Brasil, Economia
Quando a população não tem dinheiro no bolso, o comércio reage diminuindo os preços, ou não aumentando tanto o valor dos produtos, para tentar movimentar as vendas. Somando isso com o aumento de impostos, na tentativa de aumentar a arrecadação, o poder de compra cai mais ainda. A solução natural no mercado foi então uma inflação abaixo do esperado, como aconteceu no ano passado. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial no país, fechou 2017 em 2,95% e ficou abaixo do limite mínimo da meta do governo pela primeira vez na história. É também a menor inflação anual desde 1998 (1,65%). Os bons resultados da safra puxaram para baixo os preços da maioria dos alimentos, o que contribuiu para desacelerar a inflação e ajudou a compensar a disparada de preços de