28 de maio de 2020Informação, independência e credibilidade

Tag: mito

O dia em que o Considerado foi ao cercadinho do Alvorada e bateu boca com o mito

O dia em que o Considerado foi ao cercadinho do Alvorada e bateu boca com o mito

Blog, Pequeno Polegar
De quarentena em casa, como cuidador de duas idosas, a avó Nildinha e a Cega Dedé, de PJ, Considerado já meio estressado com o noticiário da pandemia, as diatribes do Presidente Jair Bolsonaro e o destrambelhamento de parte dos seguidores do chefe da nação, resolve cometer uma loucura. Num estalo, cismou de ir a Brasília para dizer "umas verdades" ao presidente. -Onde já se viu 7 mil mortos no País, até agora, por causa do vírus, e esse cara dizer que era uma gripezinha? - Falou consigo mesmo. E, revoltado, continuou sua falação dentro do que considerou uma aberração praticada por um governante. - O povo morrendo e esse homem fazendo piadas, dando rolé nas ruas de Brasília, tossindo na cara das pessoas, limpando o nariz com a mão e com ela suja apertando as mãos de outras pessoas
O mito ruiu e a máscara de Jair Bolsonaro cai em plena pandemia

O mito ruiu e a máscara de Jair Bolsonaro cai em plena pandemia

Blog, Marcelo Firmino, Política
A máscara, tão essencial nesses tempos de pandemia, desnudou de vez a cara de Jair Bolsonaro. O episódio da demissão do delegado Maurício Valeixo, da direção da Polícia Federal, e da saída de Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça, expuseram, ainda mais, a face de um homem incapaz de conduzir os destinos do País. Os prints de uma conversa de WhatsApp, revelados por Moro, mostram um presidente da República tentando esconder a criminalidade que o cerca ou, no minimo, varrer para debaixo do tapete os inquéritos contra familiares seus e mais 10 ou 12 parlamentares ligados ao PSL, ex-partido dele. "Este é mais um motivo para a troca". Diz Bolsonaro em uma das conversas, após encaminhar a Moro a notícia do site O Antagonista sobre os parlamentares alvos dos inquéritos federais. Desp
No samba do crioulo doido, Bolsonaro pode até virar Maria Fumaça

No samba do crioulo doido, Bolsonaro pode até virar Maria Fumaça

Blog, Marcelo Firmino
Quando Stanislaw Ponte Preta criou, em 1968, o Samba do Crioulo Doido – paródia musical sobre a confusão política no Brasil imperial – não imaginava jamais que o seu texto fosse transcender épocas e se manter tão atual. A confusão era tamanha na letra do samba que a escrava Chica da Silva queria obrigar a princesa Leopoldina a se casar com Tiradentes. Em síntese: “o bode que deu vou te contar”. Tal como no Brasil de hoje, na pandemia do coronavírus e nas trapalhadas horrendas provocadas pelo gabinete palaciano no Planalto Central, a partir do próprio presidente Jair Messias Bolsonaro. As confusões instituídas em torno do combate ao vírus deixaram-no só. Mais isolado do que ancião em UTI para tratamento do vírus. As diatribes praticadas pelo mandatário de plantão por não concor